Acidente vascular cerebral isquêmico, ataque isquêmico transitório (AIT), isquemia cerebral
- Visão Geral das Doenças Cerebrovasculares: AVC Isquêmico, Ataque Isquêmico Transitório (AIT) e Isquemia Cerebral
- Fisiopatologia do AVC Isquêmico
- AVC Isquêmico e Comprometimento Metabólico Cerebral
- AVC Isquêmico e Alterações Patológicas nos Tecidos Neurais
- Síndromes do AVC Isquêmico
- Sintomas do Ataque Isquêmico Transitório (AIT)
- Diagnóstico do AVC Isquêmico, Ataque Isquêmico Transitório (AIT) e Isquemia Cerebral
- Diagnóstico Diferencial das Doenças Cerebrovasculares e Simuladores de AVC ("Stroke Mimics")
- Tratamento do AVC Isquêmico, Ataque Isquêmico Transitório (AIT) e Isquemia Cerebral
Visão Geral das Doenças Cerebrovasculares: AVC Isquêmico, Ataque Isquêmico Transitório (AIT) e Isquemia Cerebral
Nos países desenvolvidos, as doenças cerebrovasculares (incluindo o AVC isquêmico, o ataque isquêmico transitório [AIT] e a isquemia cerebral) são a terceira principal causa de morte, atrás apenas das doenças cardiovasculares e do câncer [1]. Além disso, entre os distúrbios neurológicos, as lesões vasculares cerebrais representam uma causa primária de incapacidade a longo prazo em adultos [1]. A prevalência dessas condições é estimada em aproximadamente 800 casos por 100.000 habitantes, com cerca de 5% das pessoas com mais de 65 anos já tendo sofrido um AVC [1, 2].
Por esse motivo, o tratamento dessas doenças é uma área fundamental de especialização da nossa clínica.
Os avanços médicos atuais permitem a prevenção de até 80% dos AVCs isquêmicos em indivíduos identificados como pertencentes ao grupo de risco [4]. Com intervenção oportuna e adequada, uma proporção significativa de pacientes com AVC isquêmico pode alcançar uma recuperação funcional substancial [5].
Fisiopatologia do AVC Isquêmico
Como ocorre o desenvolvimento de um AVC? Em geral, o processo patológico subjacente envolve um ou mais vasos sanguíneos cerebrais [6]. Isso pode afetar as artérias carótidas ou vertebrais e seus ramos intracranianos, responsáveis por fornecer sangue arterial para várias regiões do cérebro [6]. Essa patologia pode surgir de [6, 7]:
- Dano direto à parede do vaso, como ocorre na aterosclerose, lipohialinose, inflamação (vasculite), amiloidose, dissecção (seja traumática ou espontânea), malformações congênitas ou aneurismas.
- Um processo patológico originado em outra parte do corpo, como uma embolia proveniente do coração ou de artérias extracranianas, ou ainda, redução da perfusão cerebral devido à hipotensão sistêmica ou hiperviscosidade sanguínea.
As lesões vasculares podem permanecer assintomáticas até causarem um estreitamento significativo (estenose) que leva à isquemia cerebral, ou até que o vaso sofra embolia, bloqueio completo (oclusão) ou ruptura [6].
O AVC é definido como um déficit neurológico resultante desses processos patológicos que afetam os vasos cerebrais [6]. O estreitamento ou oclusão da luz de um vaso cerebral, causando isquemia no tecido cerebral e subsequentemente um AVC, pode ser causado por [6, 7]:
- Trombo (um coágulo de sangue que se forma localmente)
- Ateroma (acúmulo de placa) ou êmbolo (um coágulo ou detrito que viaja de outro local)
- Ruptura do vaso levando a hemorragia intracerebral ou subaracnóidea
Sintomas neurológicos secundários relacionados às lesões vasculares podem incluir [6]:
- Compressão de nervo craniano por um aneurisma em expansão
- Cefaleia vascular (como enxaqueca ou dores de cabeça relacionadas à hipertensão grave)
- Aumento da pressão intracraniana (PIC) resultante de trombose venosa cerebral
A doença vascular pode afetar várias partes do corpo, levando a uma ampla gama de sintomas. As consequências mais graves incluem [6]:
- AVC (infarto ou hemorragia cerebral)
- Infarto do miocárdio (ataque cardíaco)
Os AVCs são amplamente classificados como hemorrágicos (causados por sangramento) ou isquêmicos (causados por bloqueio) [6]. O AVC isquêmico é significativamente mais comum, particularmente em pacientes com hipertensão e aterosclerose, embora outras doenças vasculares também sejam causas menos frequentes [6, 7].
A patogênese do AVC é complexa. Fatores-chave que contribuem para a doença vascular cerebral incluem [6]:
- Alterações na reatividade vascular, como vasoconstrição excessiva, perda do tônus vascular (angioparalisia), estagnação do fluxo sanguíneo (estase) e congestão venosa.
- Alterações morfológicas nos vasos sanguíneos, como aterosclerose, arteriosclerose (endurecimento das artérias) e formação de aneurismas.
- Alterações na composição do sangue, incluindo maior tendência à coagulação (hipercoagulabilidade) e aumento da viscosidade devido a condições como eritrocitose (contagem alta de glóbulos vermelhos) ou trombocitemia (contagem alta de plaquetas).
- Fatores hemodinâmicos, como flutuações abruptas da pressão arterial ou redução geral do fluxo sanguíneo cerebral.
O AVC hemorrágico frequentemente resulta do vazamento de glóbulos vermelhos (eritrodiapedese) devido à disfunção vasomotora mediada por mecanismos neurogênicos (causando espasmo, paralisia, estase e aumento da permeabilidade vascular) [6, 8]. Alterações abruptas na pressão arterial são frequentemente um fator contribuinte [8]. Sangramentos ocorrem comumente em estruturas profundas do cérebro, como a cápsula interna e os gânglios da base, e com menos frequência na ponte e no cerebelo [8].
As hemorragias nos hemisférios cerebrais e nas áreas subcorticais muitas vezes se rompem para os ventrículos laterais e o terceiro ventrículo, enquanto as hemorragias do tronco encefálico podem se estender até o quarto ventrículo [8]. O centro da hemorragia sofre um processo chamado amolecimento vermelho, levando por fim à formação de uma cicatriz gliótica [8, 10].
O AVC isquêmico resulta de trombose, embolia, vasoespasmo cerebral ou estase prolongada por angioparalisia [6, 7]. A necrose isquêmica (morte do tecido) normalmente ocorre quando o fluxo sanguíneo é reduzido em 40-50%, não requerendo necessariamente a interrupção completa [9]. Em aproximadamente 25% dos casos, o infarto cerebral é causado por trombose ou estenose (estreitamento) dos principais vasos extracranianos, a saber, as artérias carótidas e vertebrais [6, 7].
AVC Isquêmico e Comprometimento Metabólico Cerebral
O funcionamento normal do cérebro exige um fornecimento contínuo de sangue oxigenado [9]. No entanto, mesmo uma redução significativa no fluxo sanguíneo arterial pode não causar um infarto imediato, permitindo que o tecido permaneça viável por um certo período [9].
A perda de consciência ocorre tipicamente dentro de 10 segundos após a parada cardíaca [6]. Estudos em animais demonstram que a interrupção completa do fluxo sanguíneo cerebral por apenas 3 minutos pode resultar em um infarto irreversível [9]. Embora a redução do fluxo sanguíneo leve à isquemia cerebral, o tecido afetado pode permanecer viável por algum tempo antes que o infarto ocorra de forma definitiva ou que o fluxo sanguíneo seja restabelecido com sucesso [9]. Por exemplo, pacientes que experimentam embolização cerebral ou vasoespasmo após hemorragia subaracnóidea frequentemente demonstram recuperação parcial ou até mesmo total [6]. Essa observação indica que a função cerebral nas áreas isquêmicas pode, potencialmente, ser restaurada dentro de horas ou dias. Este conceito originou a definição da penumbra isquêmica: uma região de tecido potencialmente resgatável que circunda o núcleo do infarto [9].
A extensão máxima da recuperação potencial da função cerebral após um evento isquêmico permanece incerta [6]. Entretanto, uma vez que o infarto cerebral se estabelece, a integridade da membrana celular neuronal fica comprometida, a barreira hematoencefálica (BHE) é corrompida e o crucial metabolismo energético mitocondrial é interrompido [9].
AVC Isquêmico e Alterações Patológicas nos Tecidos Neurais
Inicialmente, uma área de infarto apresenta-se pálida [10]. Dentro de horas a dias, podem se desenvolver sinais de congestão, hiperemia (aumento do fluxo sanguíneo), dilatação vascular e pequenas hemorragias conhecidas como petéquias (indicando transformação hemorrágica), particularmente na substância cinzenta [10].
A etiologia da transformação hemorrágica é complexa, mas frequentemente associa-se à oclusão embólica de grandes artérias cerebrais, como a artéria cerebral média [6, 10]. A dissolução natural (lise) ou fragmentação do êmbolo pode restaurar o fluxo sanguíneo para a área anteriormente infartada [6]. Contudo, essa reperfusão pode causar uma transformação hemorrágica e agravar o edema cerebral devido à ruptura da barreira hematoencefálica [6, 10]. Em contrapartida, a hemorragia intracerebral primária destrói diretamente o tecido cerebral e comprime as estruturas adjacentes desde o início [8].
Um diagnóstico preciso é fundamental para selecionar o tratamento adequado para o AVC isquêmico, a hemorragia intracerebral ou os ataques isquêmicos transitórios (AITs) [5]. Esse processo diagnóstico envolve a determinação da natureza e da localização precisa da lesão, a identificação da patologia vascular subjacente e a avaliação do status do fluxo sanguíneo colateral [5, 6].
A recuperação anatômica pós-AVC é limitada, resultando habitualmente na formação de uma cicatriz fibroglial no local do infarto ou hemorragia [10]. Sendo assim, o tratamento foca primordialmente na prevenção e na mitigação de danos: proteger o tecido cerebral viável e em risco tanto de lesões primárias quanto recorrentes, e atenuar as possíveis complicações do AVC, como edema ou hemorragia secundária [5, 6]. Essa abordagem tem três objetivos principais [5]:
- Redução dos fatores de risco modificáveis para prevenir o primeiro AVC.
- Implementação de estratégias para prevenção primária e secundária do AVC, como endarterectomia carotídea em candidatos apropriados.
- Minimização da lesão cerebral secundária mantendo uma perfusão adequada nas regiões isquêmicas potencialmente resgatáveis e gerenciando ativamente o edema cerebral.
Para além da modificação dos fatores de risco, o tratamento de um AVC estabelecido continua sendo complexo [5]. As evidências que apoiam diversas abordagens terapêuticas às vezes podem ser limitadas. Consequentemente, a conduta moderna diante do AVC baseia-se muitas vezes na evidência empírica e na experiência clínica, equilibrando de modo cuidadoso os potenciais riscos e benefícios associados aos procedimentos diagnósticos e às intervenções terapêuticas [5, 6].
Frequentemente, os AVCs são classificados de acordo com seus supostos mecanismos fisiopatológicos [6, 7]. Em geral, as manifestações clínicas, os princípios diagnósticos e as estratégias de tratamento são estabelecidos para cada subtipo. Ao diagnosticar um AVC ou AIT, a evolução ao longo do tempo e as características clínicas iniciais são pontos críticos para distinguir entre as possíveis causas [6].
A avaliação clínica avançada em conjunto com as técnicas de neuroimagem permitem a caracterização precisa do tipo de AVC e a avaliação minuciosa da lesão vascular subjacente, o que facilita o tratamento direcionado [5, 11]. As principais ferramentas diagnósticas englobam [11]:
- Angiografia por ressonância magnética (Angio-RM) dos vasos cerebrais.
- Tomografia computadorizada (TC) e angio-TC espiral dos vasos cerebrais e cervicais, frequentemente exigindo agentes de contraste intravascular.
Síndromes do AVC Isquêmico
As peculiaridades do início do AVC, associadas a sinais e sintomas neurológicos específicos, fornecem importantes pistas em relação à localização e à etiologia da lesão no cérebro [6]. O início agudo de déficits neurológicos focais sugere fortemente a ocorrência de um AVC, em especial caso os sintomas coincidam com a região provida por um determinado vaso sanguíneo [6]. Por exemplo, a presença simultânea de hemiparesia (fraqueza em uma das metades do corpo) e afasia (dificuldade com a linguagem) é um indício claro de envolvimento da artéria cerebral média no hemisfério dominante, enquanto a perda súbita do campo visual aponta para a artéria cerebral posterior [6]. Uma hemiparesia isolada pode evidenciar um AVC lacunar, lesando pequenos ramos penetrantes da artéria cerebral média ou basilar, localizados na cápsula interna ou no tronco encefálico [6].
A gravidade dos primeiros sintomas pode apresentar uma grande variação e oscilar, às vezes melhorando ou agravando-se de forma gradativa ao longo do tempo [6]. O padrão da evolução dos sintomas neurológicos contribui para distinguir entre origens trombóticas, embólicas ou hemorrágicas [6]. Porém, a instauração repentina de um estado de coma profundo pode advir de inúmeros eventos graves, abrangendo embolia da artéria basilar, hemorragia subaracnóidea, ou hemorragia pontina decorrente de hipertensão [6]. A execução rigorosa de exames neurológicos aliada ao monitoramento da evolução dos sintomas são elementos cruciais ao apurar as causas específicas do coma [6]. Elaborar um registro com precisão da evolução inicial dos sintomas, na grande maioria das vezes, constitui-se um verdadeiro desafio, dado que usualmente os pacientes não recordam dos mínimos detalhes sem a assistência de indivíduos que presenciaram os fatos [6].
Pode-se ocasionalmente presumir a localização das lesões a partir de achados neurológicos singulares, como a anosognosia (a carência de percepção a respeito do seu déficit de origem patológica), o que é com frequência relacionado a AVCs localizados no hemisfério não dominante [6]. Habitualmente é vital realizar o resgate de pontos essenciais do histórico médico a partir de um inquérito clínico efetuado com a cooperação de parentes e demais pessoas envolvidas na assistência direta [6].
Diagnosticar o AVC demanda essencialmente reconhecer padrões clínicos manifestos que envolvam sintomatologia e sinais típicos, os quais aglutinam em conjunto tanto as próprias sensações mencionadas pelo enfermo (campo subjetivo) quanto a avaliação e confirmação visual apurada através de examinadores especialistas (campo objetivo) [6].
No caso do AVC hemorrágico, é a localização e dimensão aliada a natureza da sua manifestação clínica, avaliando o critério hemorrágico (via de natureza subaracnóidea ou com cunho intracerebral) que determinam a condição [8]. No caso inerente ao AVC isquêmico a situação será dimensionada sob a égide condizente atrelada ao respectivo aspecto dos componentes de viés etiopatológico que determinem a respectiva particularidade do evento, levando assim à consideração tanto das bases formativas em torno disto e à consequente e própria eficiência base da respectiva condição da perfusão [6]. Um eficiente retorno do nível da respectiva e peculiar perfusão com matriz colateral viabiliza as prerrogativas de limitação dos focos infartados [6, 12].
Níveis satisfatórios base de correntes compensatórias a título perfusivo evitam deficiências em virtude dos infartos teciduais no parenquimatoso em um eventual caso limítrofe no qual estivessem obstruídas grandes vias das malhas ou eixos circulatórios cruciais do órgão [12]. Pela forma inversa a ausência total disto viabiliza eventos com cunho generalizado isquêmico condicionado e vinculado em todos esses mesmos leitos e sistemas de veiculação [6]. Estas ocorrências costumam abranger áreas multifacetadas de extensão infartada variando sob a influência direta ligada à quantidade proveniente à circulação com padrão suplementar secundário viabilizado com o respectivo fluxo [6, 10]. A verdadeira eficiência imposta é delineada sob perfis moldados devido a conformação vascular própria para as respectivas veias, somadas devido à evolução na cronologia da própria oclusão imposta pelas instabilidades manifestadas perante às taxas condicionadas de regulação circulatória perante as vias sistêmicas correspondentes à pressão gerada para a respectiva perfusão vascular [12]. Determinantes agregados de perfil hiperviscoso sanguíneo de caráter subjacente ao longo do fluxo são predeterminados pelas anomalias nos aspectos com base em fatores inerentes na sua patogênese, ocasionando os perfis isquêmicos fronteiriços mais severos aos pacientes acometidos perante esses males referenciados [6].
O próprio perfil da circulação perfusiva colateral imposta revela limitações com deficiências nas conexões em virtude aos vasos de formato aprofundado perfurantes no fluxo gerado e condicionado pelas subdivisões radiais para a artéria base referente no espectro médio [6, 12]. O perfil desses diminutos ramos promove viabilidades aos canais fundamentais baseados e originados com o amparo às funções neurais geradas no controle primário subjacente que coordenam aspectos orgânicos de natureza basilar vitais [13]. Condições inerentes oclusivas provocadas sobre os referenciados minúsculos caminhos circulatórios baseados à ação oclusiva e obstrutiva (por lipohialinose em decorrência gerada de ação hipertensiva ou decorrente a micro-trombos embólicos), culmina em eventos enfartantes de origem lacunar nos moldes clássicos descritos pela sintomatologia médica [6, 7].
Sintomatologias rotuladas na literatura como "avc em evolução" agregadas pela denominação respectiva e condicionante de serem englobadas devido ao termo "avc concluído", configuram determinantes importantes nas caracterizações efetuadas pelas premissas clínicas na literatura [6]. Uma terminologia como "AVC em evolução" define em virtude à degradações que oscilam manifestando o pior estado que reflete sob a patologia respectiva do aspecto base progressivo condicionado num espectro analisado a longo e devido termo referenciado no percurso crônico do problema evolutivo [6]. Quando o respectivo "AVC concluído" figura, este reflete a sintomatologia subjacente de matiz neural estagnando seu cunho deteriorante sob as mesmas vias sintomáticas abordadas no perfil clínico preestabelecido diagnosticamente [6].
Os caminhos evolutivos para os quadros de cunho progressivo e respectivo advém subjacentes sob a influência condicional da difusão para o trombo intrínseco vascular alocado atrelados aos sintomas causados perante às difusões decorrentes geradas ao inchaço subjacente perante à estagnação gerada por fatores que impedem fluxos [6]. Perfis que geram oscilações no tocante a déficits referenciados ocorrem no que lhes concerne de aspectos gerados pela movimentação errática ou dinâmicas embólicas perante aos respectivos pontos com fluxos oscilantes referenciados em interligações geradas no polígono compensatório sob os caminhos viabilizados de origem ou vias [6].
Fatores manifestados devido à respectiva sintomatologia ou mesmo eventuais perfis relacionados com incidências em torno do risco respectivo direcionam caminhos perante origens das lesões ou traços de disfunções do cérebro nos mesmos eventos vasculares ou em curso condicionado vascular [6]. Eventos nos contornos subjacentes às ocorrências oriundas das disfunções de tipo isquêmico provocam suposições em função com condições geradas pela doença de matiz cardiovascular de origem aterotrombótica ou de eventuais periféricas que tenham as devidas associações com origens providas e referenciadas sob este viés [6]. Da forma reversa e associativa em si para as patologias de cariz aterotrombótico agudo no interior nas bases inerentes aos maiores e essenciais caminhos vasculares gera deduções fortes associativas perante os prováveis vínculos ou origens das mesmas isquemias nas quais se enquadra o perfil isquêmico do próprio respectivo acidente correspondente [6].
Enfermidades com viés associado com a disfunção com fibrilação do átrio subjacente no ritmo atrelado à enfermidade da base valvular além das disfunções manifestadas pós infartos ou com cunho inerente às eventuais deficiências que denotam presença de perfil de origem endocárdica conduzem caminhos investigativos que provam ser da base de matiz embolígeno para as vias respectivas do próprio evento obstrutivo em estudo condicionado [6, 7]. Agudos e fortes perfis condicionados no viés da base e traço referencial inerente à hipertensão acusam associações de extrema significância perante quadros embasados em lipohialinose, promovendo propensões maiores às incidências no interior nas esferas que condicionam origens isquêmicas correspondentes ao segmento interno em bifurcações basais referenciadas aos fluxos cerebrais de origens [6, 7].
Um considerável pré-requisito com grande influência nos caminhos associativos vinculados na raiz condicional para com eventos na respectiva hemorragia intracerebral advém subjacente com raízes referenciadas na base crônica sob as influências e matriz na pressão ou a própria base hipertensiva no histórico geral orgânico referenciado com base nas diretrizes investigativas médicas subjacentes no laudo emitido perante o caso clínico e investigativo abordado para profilaxias condizentes [8]. Deste fato primordial ou pressuposto para com os procedimentos com terapêuticas de cunho protetor para ações efetivas condizentes nos protocolos a base no escopo correspondente visam ações nos âmbitos pressóricos nos protocolos em foco e atuam na contenção profilática do problema nas raízes ou focos base [4, 5]. Consumo e exposição devido ao respectivo tabagismo referenciado e ocorrências patológicas subjacentes em históricos condizentes atrelados à bases correspondentes na hiperlipidemia advindas da base na herança dos perfis condicionais genéticos e predeterminados nos antecedentes patológicos atrelados ou com propensão respectiva incrementam nas referenciadas escalas com fatores atrelados as raízes de base condizente na aterosclerose em curso subjacente [4].
Os roteiros com curso clínico em referência para as atuações do evento acidentário isquêmico desmembram fases as quais abrangem perfis subdivididos, nas particularidades condizentes de fase do estágio de aspecto puramente embasado numa agudeza correspondente, até caminhos posteriores subdivididos nos eixos sob vertentes de reabilitações sucessivas condizentes perante meses sucessivos [6]. Fato de cunho puramente inerente na diferenciação exata e condizente com as etiologias de base com raízes puramente sintomáticas nos perfis sob avaliações iniciais acusam índices que falham frequentemente de modo diagnóstico nos limites correspondentes sem exames sob escopo visual que validem tal evento condicionado perante diagnósticos base [6].
| Território Arterial | Sintomas Clássicos | Mecanismo Comum |
|---|---|---|
| Carótida / ACM | Hemiparesia (face/braço > perna), afasia/negligência | Embolia ou estenose grave |
| ACA | Fraqueza na perna > braço/face, incontinência urinária | Embolia ou hipoperfusão |
| ACP | Hemianopsia homônima, agnosia visual | Embolia (cardíaca ou vertebrobasilar) |
| Vertebrobasilar | Vertigem, diplopia, disartria, ataxia, sinais cruzados | Estenose ou embolia |
| Lacunar | Motor/sensorial puro, hemiparesia atáxica | Lipohialinose de pequenos vasos |
Sintomas do Ataque Isquêmico Transitório (AIT)
O perfil subjacente da apresentação da vertente temporal sob o espectro no AIT produz reflexos primordiais nas deduções inerentes baseadas na correlação de causas que fundamentam a devida etiologia correspondente perante patologias inerentes ao perfil arterial [6, 14]. A definição essencial fundamentada no conceito da literatura sobre o AIT condiz estritamente com manifestações efêmeras de caráter repentino subjacentes nos déficits de aspectos neurológicos locais base e passíveis da total remissão na fase temporal limite base nas vinte e quatro horas subsequentes referenciadas perante o laudo investigativo para a constatação [14]. Este parâmetro base referencial e conceitual atinge perfis não inerentes condizentes perante origens correlatas baseadas unicamente na base vascular isquêmica, como por exemplo os mesmos efeitos condizentes perante as auras sob manifestações da enxaqueca ou eventuais auras com matiz referenciado no escopo sintomático condicional e inerente das esferas para disfunções correlatas focais de base neuroepiléptica [14, 15]. Referenciais na fundamentação do embasamento de investigações acumulam indicativos em que prolongamentos acima do referencial basilar cronometrado ou condizente na essência atrelada para com manifestações subjacentes à hora primária já indicam ocorrências e focos para ocorrências de cunho micro infartado em curso associativo na rede de base neural vascular condizente à região do referido paciente acometido no cenário respectivo da lesão orgânica condizente de fundo avaliada [14].
Manifestações em sintomatologias ligadas no escopo condizente nas abordagens do AIT sinalizam delimitações e diretrizes de acometimento e afetações focais condizentes de maneira predeterminada na investigação de esferas com território originado correspondente aos vasos da raiz do evento subjacente avaliado clinicamente e descritos nos referenciados exames condizentes aplicados pelos protocolos da literatura correlata da especialidade correspondente aos estudos diagnósticos do especialista neurovascular da base atrelada nas avaliações do próprio paciente no acompanhamento referido pela clínica especializada da região de sua conveniência e correspondência [6, 14]:
- Território da artéria carótida.
- Território da artéria cerebral média.
- Território do sistema vertebrobasilar.
- Território lacunar (artéria perfurante de pequeno calibre).
O escopo ligado aos referenciais cronometrados bem como manifestações e repetições de eventos efêmeros da mesma natureza fornecem bases sobre possíveis ou fortes deduções condizentes com origens ou as origens e etiologias da própria patologia vascular e referencial subjacente às raízes diagnósticas geradas na investigação do caso preeminente referenciado pela equipe de médicos [6]. Em exemplo aos cenários nos quais houver ocorrências e sucessões repetitivas em frequências curtas e reincidentes para os perfis com enfraquecimento atrelados no lado ou de uma respectiva localização somado com os déficits no caráter verbal condizente ao espectro afeito ou com afasia respectiva pode indicar que na via referenciada em conduta paralela ou mesmo nas origens geradoras nas estenoses severas ou bloqueios limitados em percursos providos sem suporte referencial colateral em curso para a supressão do dano geram base nas ocorrências preeminentes dos indícios isquêmicos passíveis sob o paciente nas regiões respectivas afetadas em decurso no evento patológico referenciado no exame correspondente perante laudo ou exame neurológico abordado [6]. Em contraposição e no cenário base em episódios em que ocorrem com durações estendidas os isolamentos do problema nas raízes ou afasias de longo espectro geram provável cunho patológico subjacente das isquemias derivadas ou condicionadas via curso associado às esferas embólicas em viés ligado ao cérebro frontal e esquerdo no lobo na base patológica associada nas averiguações das mesmas manifestações embólicas focais de cunho obstrutivo subjacente gerado [6].
Manifestações em curtos períodos referentes a um espectro puramente focado em hemiparesias providas no referencial originado via raízes da estrutura correspondente do grupo piramidal ou do feixe motor subjacente desprovidas ou sem cunho nas intercorrências que afetam de certa forma verbal no caso respectivo atestam isquemias originadas em ramos condicionados a nível da correspondente zona na própria cápsula localizada na estrutura interna orgânica em tela para avaliação e no referido diagnóstico das hipóteses subjacentes da avaliação preliminar das condições preeminentes ou em caráter de indícios precursores e condizentes com os achados de praxe observados nas manifestações dos acidentes em geral nesses pacientes internados no hospital e referenciados por exames clínicos no decorrer do diagnóstico de sua entrada ou na admissão pelo corpo especializado da ala correspondente referenciada em pauta pelo protocolo oficial de emergências subjacente ao hospital especializado em questão no local [6]. A artéria base e respectiva raiz condizente ao grupo das origens subjacentes das cerebrais médias nas vertentes perfurantes para os capilares no âmbito da região afetada condizem na via do fluxo originado a esta patologia descrita anteriormente e referenciada nas esferas correlatas [13]. Diminutas e em nível basal as lesões correspondentes no caráter respectivo de manifestações primárias na esferas do acometimento em cunhos originários gerados em perfis do AIT fornecem pistas nas mesmas características ou nas essências subjacentes associativas nos quadros e bases no viés nas oclusões dos ramos diminutos do leito vascular em eventos e manifestações patológicas da isquemia [6].
Afetações em origem condizente a perfis de ataque e origem respectiva transitórios baseadas ou que manifestam origem no espectro focado de vertente relacionada na via no referenciado âmbito vertebrobasilar do paciente referenciam associações em raízes ou com os leitos estreitos na base da patologia respectiva oriunda do território originário ao fluxo restrito em cariz na artéria ou ramos da própria basilar ou condicionados na estrutura da vertebra distal na zona de irrigação base e condizente ao suprimento respectivo sob escopo e foco do local e afetações decorrentes nas análises dos eventuais leitos da vertente investigada sob análise condizente à região avaliada na patologia correspondente investigativa do problema isquêmico atrelado aos indícios apontados aos pacientes dos eventos isquêmicos do diagnóstico condizente em base investigativa respectiva local [6]. Usualmente costumam vir atreladas as bases em reincidências de características inerentes à própria base da estase no suporte vascular em oposição de cunhos ou vieses ou vertentes baseadas nas matrizes puramente atreladas a eventos de origem obstrutiva subjacente à patologias derivadas sob viés de eventos condizentes a fatores com perfis com trombo no vaso [6].
Em suma baseia-se os condizentes fatores às esferas com os providos de aspectos na afetação condizente ou nas origens referenciadas de viés afeito e embólico das patologias do AIT nas diretrizes gerais e correspondentes ou em esferas da oclusão e estenose local em origem das hipoperfusões correspondentes as raízes associadas do leito vascular focado para eventuais exames ou patologias nas etiologias do laudo e protocolos diagnósticos [6, 14]. Estabelecer vias corretas do foco embólico gera prerrogativas plenas das ações corretas no trato da condição investigativa condizente com as terapêuticas respectivas ou base e escopo de atuação protocolar das terapias aplicadas nos laudos médicos [6]. Lacunas perduram em âmbitos da constatação ou escopos compreensivos base sob ou na via dos conhecimentos no referencial aos verdadeiros processos no qual ocorre em vias precisas de ação das causas hipoperfusivas geradas ou subjacentes às matrizes geradoras desses transtornos de afetações correspondentes isquêmicas transitórias subjacentes perante a base de avaliação científica médica da área da especialidade correspondente nas clínicas [6].
Embora com a base dos atributos perfeitamente revertidos do que seria o AIT na íntegra de suas referenciadas ou originárias facetas as mesmas denotam os alertas mais vigorosos aos acidentes severos referenciados em estágios iminentes no futuro próximo sob condições com reincidências nas raízes do paciente [14]. Baseia-se assim no fato de correlações indissolúveis de perfis subjacentes nas considerações atreladas à avaliação das fisiopatologias do AVC para com as origens nas síndromes originadas para com condutas de AIT e atreladas nos protocolos condizentes nos perfis terapêuticos condicionados para tratamento das bases do próprio problema em tela focado na clínica especializada e na respectiva área referenciada na atuação contínua aos problemas subjacentes nos respectivos quadros dos eventos e sequelas condizentes às isquemias do tecido abordado e com tratamento base protocolar [14].
Do mesmo modelo referenciado e aplicável ao caso de um infarto em si com AVC associado também aos perfis e condutas ou enquadramentos diagnósticos base referenciados, requer nas condutas o AIT na investigação da base em um escopo próprio com perfil diagnóstico atrelado com as próprias e exclusivas características causais ou de viés estritamente da vertente base na etiologia sob as atuações correspondentes perante ou nos focos correspondentes gerando as devidas e corretas resoluções ou terapias na melhor prática em protocolos no ramo condizente sob orientação clínica do próprio caso atrelado subjacente aos protocolos do próprio sistema de diretrizes subjacentes locais de excelência da especialidade em pauta perante acompanhamento devido à patologia preeminente correspondente da especialidade referida [14].
Diagnóstico do AVC Isquêmico, Ataque Isquêmico Transitório (AIT) e Isquemia Cerebral
O conjunto das diretrizes e atuações de base do exame no diagnóstico preeminente perante quadros condizentes com indícios ligados ao AIT, infartos das vias do sangue para as correspondentes bases sob afetação na isquemia cerebral contêm ou requerem habitualmente os seguintes padrões ou perfis das análises clínicas condizentes na medicina para esse grupo referenciado em suspeitas de acidentes dos quadros correlatos [5, 6, 11]:
- A minuciosa e atenta atuação do médico no exame neurológico direto no paciente do caso referido em questão sob a suspeita correlata na pauta e na ocorrência com o viés investigado na pauta.
- Avaliações nas fundamentações atreladas aos vieses de cunho estrutural em correlação com a biomecânica condizente de base vertebral da cerviz ou a própria estrutura ou tônus (amplo espectro englobando limites base na movimentação e no cunho sob as perspectivas ligadas às funções posturais em condutas e esferas no repouso aliado ao raio e escopo no exame investigativo provido em bases de avaliações em dinâmicas conjuntas nas radiografias com cunho de exame suplementar).
- A conduta base que provê atuações nos campos das inspeções sob o leito nos focos cervicais de base arterial somado ou engajado no perfil cerebral correspondente no exame de apoio complementar referenciado por abordagens na ultrassonografia Doppler e o correspondente procedimento ou do escopo referenciado pela reoencefalografia (REG).
- A fundamental atuação embasada via diagnóstico correspondente ao foco na Angio-RM cerebral preeminente ou nos escopos e abordagens em investigações por ressonância sob vasos em correlações específicas subjacentes de interesse aos focos examinados na patologia em questão e no leito focado na clínica especializada e correspondente.
- Escaneamentos e avaliações pormenorizadas procedentes via exame com uso no escopo preeminente focado em esferas na tomografia de origem ou padrão da matriz aliada à respectiva hélice e espiral subjacente em perfis condizentes de angio-TC e o correspondente contraste sob a corrente e curso ou foco nos eixos da matriz sanguínea dos eixos intra vasos em investigações cervicais correlatas aos leitos condizentes na matriz cerebral em escopo base de exame diagnóstico referenciado perante o caso em investigação condizente ao laudo e especialidade de avaliação para esse fim correspondente em questão sob atuação do corpo de técnicos condizentes no assunto.
- Coletas de base nos escopos investigativos referenciados pelas pautas laboratoriais no padrão convencional via hemograma abrangente, somados a vertentes e focos bioquímicos condizentes sob exames do padrão nas pautas hemáticas nas suspeitas dos eventos dos acidentes do foco do referenciado laudo e diagnóstico no paciente envolvido na questão ou avaliação médica abordada pela equipe em atuação nas dependências do respectivo hospital.
- Eletrocardiograma (ECG) a título base para exclusão nas suspeitas ou para confirmação ou eventuais esferas relacionadas a afetações nas vias de cunho cardíaco sob investigações das raízes de origem a eventos com características subjacentes à matriz com origem atrelada embólica no escopo referenciado para diagnósticos com vínculos aos quadros sob afetações e os leitos do referido tecido ou parênquima na base sob diagnóstico referencial em questão.
A correta observação dinâmica e rigorosa em esferas com tecidos associados ao evento obstrutivo assumes papéis com essencial relevância no curso do suporte referencial nas pautas atreladas à terapias trombolíticas e infartos prévios nas pautas do tratamento com base trombolítica sob a administração focada no alvo isquêmico subjacente condizente aos focos da patologia com vias isquêmicas correspondentes à área e perfil do laudo [5]. Fornece suporte referencial com embasamento no retorno ou nas observações perante o sucesso dos eixos base condizentes para com ações base em dissolução medicamentosa gerada no trombo em tratamento, assegurando esferas condizentes perante profilaxias e prevenções vitais frente aos complicadores condizentes (afetações derivadas com características em sangramentos intraparenquimatosos ou outros de escopo ou origem vascular com desvios prejudiciais nas terapias instituídas nas áreas) [5].
Diagnóstico Diferencial das Doenças Cerebrovasculares e Simuladores de AVC ("Stroke Mimics")
As rotinas para com o correto curso referencial no ato correspondente ao investigar no laudo o evento sob conduta nas síndromes no evento na lesão vascular com bases atreladas focam sob os achados condizentes às características manifestadas de base na ocorrência subjacente ao evento em pauta e diagnóstico no caso de isquemia sob afetações e referências no exame condizente local [6]. Contudo, a definição base condizente para ou na constatação na averiguação e base no sucesso na patologia ou diagnóstico de infarto exato podem originar desafios base associados no curso nas abordagens diagnósticas precisas [15]. Três condutas e aspectos geradores nos pilares e nas atuações da investigação com laudos referenciados promovem o desmembramento pilar na patologia do evento obstrutivo em foco base das esferas investigadas no hospital [6]:
- Perfil evolutivo gerador temporal nas dinâmicas de eclosões condizentes ao foco base nos ritmos ou na rapidez ligada ou inerentes ao caso preeminente e respectivo escopo na manifestação ou no ritmo para a deflagração da síndrome investigada em atuação perante exame no hospital ou na clínica.
- Localização exata com bases condizentes com os pontos onde emanam manifestações vinculadas às esferas com os indicativos base nas raízes de cunhos baseados a funções neuronais correspondentes ao escopo orgânico em análise condizente ou avaliação perante atuações locais.
- Abordagem englobando nas vertentes gerais com condições holísticas providas pela avaliação atrelada a cenários orgânicos globais condicionados no próprio ou em referenciados quadros base e escopos comorbativos condizentes à base associada na presença base na saúde dos pacientes avaliados em conjunto com os especialistas designados nas áreas.
Manifestações em conjunto perante sinais ou auras em etapas com pródromos associativos sob perfis deflagradores em inícios ou bases na evolução ligada nas esferas temporais do evento gerador com o respectivo caráter progressivo referenciado com deficiências e raízes vinculadas aos cenários na patologia neurológica do paciente estabelecem as premissas em foco na base referencial para o quadro das ocorrências das enfermidades isquêmicas da pauta em andamento e investigação condizente ao evento base avaliado e comutado a bases clínicas no instante preciso gerador da ocorrência em decurso no referido e investigado tempo exato cronológico correspondente do problema manifestado pela doença [6]. Na escassez das pautas no laudo, dados ou históricos insuficientes sob escopo de bases com dúvidas subjacentes ou sem exatidão pautam necessidades investigativas que requerem perfis pormenorizados via monitorização em internações e averiguações atreladas às respostas na patologia em curso por dias sequenciais, possibilitando atuações que consubstanciam as deduções subjacentes nas patologias atreladas à exatidão nos perfis das doenças do espectro investigado [6]. Inúmeras e expressivas falhas e eventuais erros que conduzem desvios na pauta atrelada do diagnóstico originam e emanam de perfis falhos e coletas errôneas associativas nos decursos pautados do problema sob esferas dos registros em informações faltantes para condutas e manifestações base relacionadas à doença analisada [6].
Diagnóstico Diferencial de Déficits Neurológicos Focais Agudos (Simuladores de AVC ou "Stroke Mimics") [6, 15]
| Condição | Principais Características / Pontos Distintivos | Investigações / Achados Típicos |
|---|---|---|
| AVC Isquêmico / AIT | Déficit neurológico focal de início súbito correspondente a um território vascular. Fatores de risco frequentemente presentes. O AIT resolve-se completamente (<24h, frequentemente <1h). | TC de crânio exclui hemorragia. RM (DWI) confirma isquemia precoce. Imagem vascular identifica a causa. |
| Hemorragia Intracerebral (HIC) | Déficit focal de início súbito, frequentemente com cefaleia, vômitos, redução do nível de consciência, hipertensão grave. | TC de crânio sem contraste mostra hemorragia. |
| Convulsão com Paralisia de Todd | Fraqueza focal pós-ictal simulando AVC. Histórico de convulsão. Transitório (resolve-se <48h). | Histórico. EEG pode mostrar anormalidades. Imagem geralmente normal a menos que haja lesão subjacente. Natureza transitória. |
| Migrânea (Enxaqueca) com Aura (esp. Hemiplégica) | Sintomas neurológicos transitórios (frequentemente com progressão gradual) seguidos de/ou acompanhando cefaleia. Histórico de episódios semelhantes. Recuperação total. | Diagnóstico clínico. Exame normal entre os ataques. Imagem geralmente normal. |
| Hipoglicemia | Pode causar déficits neurológicos focais, confusão, convulsões. Histórico de diabetes relevante. | Glicose sanguínea baixa. Sintomas melhoram com administração de glicose. |
| Tumor Cerebral | Pode apresentar-se de forma aguda com convulsão/hemorragia causando sinais focais, mas frequentemente precedido por sintomas progressivos. | RM com contraste revela lesão expansiva (massa). |
| Hematoma Subdural | Pode causar sinais focais devido à compressão. Cefaleia, estado mental alterado. Histórico de trauma (pode ser leve). | TC/RM revela coleção subdural. |
| Encefalopatia Metabólica / Infecção Sistêmica | Disfunção difusa (confusão, letargia). Sinais focais incomuns, a menos que haja problema superposto. Causa sistêmica identificável. | Anormalidades laboratoriais específicas. Imagem geralmente inespecífica. Sinais de infecção. |
| Surto de Esclerose Múltipla | Início agudo/subagudo de déficits focais (sensoriais, motores, visuais, cerebelares). Possível histórico de episódios prévios. | RM revela lesões desmielinizantes características. |
| Vestibulopatia Periférica (ex.: Labirintite) | Vertigem aguda, náuseas, vômitos. Geralmente sem outros sinais de tronco cerebral/cerebelo. Pode simular AIT/AVC de circulação posterior. | Exame clínico (HINTS). Imagem cerebral normal. Audiometria em caso de perda auditiva. |
| Transtorno Neurológico Funcional | Sintomas inconsistentes com padrões orgânicos. Sinais clínicos positivos (ex.: Sinal de Hoover). | Diagnóstico de exclusão. Imagem/laboratório normais. |
Inúmeras patologias e distúrbios condizentes aos espectros de avaliações nas áreas de referências dos quadros neurológicos produzem pautas ou quadros atrelados à simulação com quadros idênticos ("Stroke Mimics") ao próprio AVC autêntico e de origem isquêmica na pauta e evento diagnóstico real de emergência do paciente atendido no dia e unidade local [15]. A precária e dúbia base na coleta de antecedentes no percurso patológico atrelado ou ao prontuário médico dificulta o escopo diferencial investigativo perante hipóteses em quadros como nos de coágulos compressivos, ou afetações tumorais associadas e até comorbidades atreladas à infecções cerebrais absedativas e quadros rápidos progressivos e deflagradores atrelados na origem das doenças vinculadas às eventuais demências subjacentes das faixas etárias dos indivíduos avaliados nas especialidades do hospital em tela [6].
Este foco de percalços estende os parâmetros e abordagens nas constatações do espectro para enfermidades patológicas nas disfunções crônicas correlatas vinculadas às afetações da vertebrobasilar e sua base isquêmica (IVB crônica) [6]. Pautas ligadas às intercorrências crônicas ou com esferas em ritmos inconstantes da circulação arterial restrita ou prejudicada no respectivo âmbito em artérias da basilar e vertebral na retaguarda irrigativa cerebelar ou troncal da estrutura cerebral associada e correlata geram laudos com afetações na VBI base em diagnóstico focado ao suprimento precário atrelado do indivíduo submetido à clínica [6]. As vertentes com a oscilação gravitacional ligada aos transtornos e marchas inseguras ou associativas em vias e focos aos mareios atrelados ou com náusea, somam quadros aos picos sob pressão em desequilíbrio atrelada ao respectivo crânio no leito da isquemia [6].
Tratamento do AVC Isquêmico, Ataque Isquêmico Transitório (AIT) e Isquemia Cerebral
Após um diagnóstico preciso (confirmando o AVC isquêmico, o ataque isquêmico transitório [AIT] ou a isquemia cerebral crônica), opções apropriadas de tratamento serão oferecidas ao paciente, podendo abranger manejo conservador ou intervenção cirúrgica, dependendo da condição específica e de sua gravidade [5].
As pesquisas indicam claramente que a terapia trombolítica intravenosa (uso de medicamentos que dissolvem o coágulo) para o AVC isquêmico atinge seus melhores desfechos quando aplicada nas primeiras 4,5 horas após o surgimento inicial dos sintomas do quadro obstrutivo subjacente ou condizente à isquemia manifestada localmente no evento ou diagnóstico preliminar do paciente socorrido [5, 17]. Uma trombólise aplicada com agilidade, nesse intervalo de tempo vital para a reversão e salvamento, diminui sensivelmente as taxas perante óbitos, atenua a gravidade no escopo de sequelas neuro-motoras de cariz ou padrão crônico (por exemplo os déficits motores e incapacidades atreladas registradas sob escopo posterior ou após 90 dias do caso ou na evolução comorbativa no respectivo paciente local), além da forte redução nas propensões para quadros mais severos como no caso específico perante intercorrências nas esferas das afetações subjacentes nas grandes matrizes ou focos sob o risco preeminente em virtude a transformações com base ou cariz hemorrágico secundário subjacente sintomático preeminente originado à mesma terapêutica de urgência das especialidades hospitalares correspondentes locais [5, 17].
A angioplastia acompanhada à afixação protética subjacente do stent focado na base das áreas da carótida viabilizam e integram as rotinas e pautas minimamente intrusivas via percursos com via na vertente associativa para acessos no interior da luz condizente ao próprio vaso em tela visando correções sob escopo isquêmico, ajeitando assim defasagens para o suprimento adequado focado com ou a base no órgão neural prejudicado devido esferas com os estreitamentos baseados (sob as estenoses restritivas diagnosticadas e atestadas nos perfis na artéria carótida do local). Diminutos contornos em malhas sob viés maleáveis embasados numa confecção gerada em esferas metálicas na forma em tela expansível para tubo moldável subjacente, o qual atestamos na medicina pelo termo condizente ou stent provido, atuam e servem implantados ou afixados no âmago interno e restritivo do referido leito das estenoses das patologias para fixações firmes gerando patências que viabilizam aberturas arteriais amplas preeminentes resolutivas ao quadro base do diagnóstico focado no local [18].
As rotinas que balizam opções nas diretrizes para abordagens de condutas perante intercorrências nas debilidades circulatórias encefálicas alinham perfis base fundamentados à precisão estrita do diagnóstico inerente aos tipos pautados ou fatores causais desencadeantes dessas isquemias com base focada nas avaliações condizentes com os escopos subjacentes a tratamentos os quais geram atuações multifacetadas ou associações correlatas subjacentes englobando matrizes na esferas de [5, 6]:
- Farmacoterapia preeminente atrelada ao foco (com atuação nos perfis dos agentes e focos vasculares ativos da base da terapia e nos focos nootrópicos neuroestimulantes e eventuais e devidos demais protocolos subjacentes no laudo clínico medicamentoso referenciado de praxe nos casos).
- A terapêutica viabilizada em virtude ao emprego nas aplicações massoterapêuticas focadas base.
- Atuações focadas via áreas ou atuações com base para as fisioterapias associativas (condutas subjacentes à esfera da reabilitação e condizente base em foco na rotina médica subjacente local na estrutura referenciada dos programas na avaliação da patologia).
- Práticas e ginásticas da matriz médica nos quadros focado na rotina base da terapêutica orientada (a aplicação e exercício condicionado às diretrizes pautadas pelo programa com viés nos quadros de reabilitação e condutas de profilaxia terapêuticas no diagnóstico preeminente referenciado subjacente local).
- Pautas e base terapêuticas atreladas à atuação reflexológica da base e vertente via acupuntura respectiva local e protocolos associativos de matriz semelhante focados no local e raiz.
- Pautas ligadas à atuação médica sob foco na especialidade intervencionista baseada nos perfis de base ou raiz sob o viés operatório e cirúrgico correspondente nas raízes da patologia focal subjacente do local e de acordo com diagnósticos pautados em diretrizes e indicações médicas (como é o escopo referenciado em pauta subjacente da respectiva endarterectomia, ou vias em que o paciente necessitar do devido tratamento e atuações associativas à via condizente com intervenções a base em pautas atreladas à inserção cirúrgica com eixos na prótese do "stent" correspondente focado na terapia referenciada e adequada local do problema isquêmico provido).
Referências
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Veja também
- Doenças cerebrovasculares - AVC isquêmico, ataque isquêmico transitório (AIT):
- Doença isquêmica cerebral:
- Estenose de bifurcação carotídea assintomática com sopro
- Trombose aterosclerótica
- Oclusão aterotrombótica da artéria basilar
- Oclusão aterotrombótica da artéria carótida interna
- Oclusão aterotrombótica da artéria cerebral posterior
- Oclusão aterotrombótica das artérias vertebrobasilar e cerebral posterior
- Oclusão aterotrombótica das artérias vertebral e cerebelar inferior posterior (PICA)
- Embolia cerebral
- Outras causas de AVC isquêmico (infarto cerebral)
- AVC de pequenos vasos (infarto lacunar)
- AVC isquêmico, ataque isquêmico transitório (AIT), isquemia cerebral
- Tromboflebite supurativa do seio sigmóide com trombose
- Hemorragia intracraniana (subaracnóidea) e intracerebral espontânea:
- Malformações arteriovenosas cerebrais
- Doenças inflamatórias das artérias cerebrais (arterite cerebral)
- Vasoespasmo cerebral
- Hidrocefalia comunicante após hemorragia intracerebral com aneurisma roto
- Aneurismas intracranianos gigantes
- Hemorragia intracerebral hipertensiva
- Hemorragia intracerebral lobar
- Aneurismas intracranianos micóticos
- Outras causas de hemorragia intracerebral
- Ruptura recorrente de aneurisma da artéria cerebral
- Aneurisma sacular e hemorragia subaracnóidea
- Insuficiência vertebrobasilar (IVB) com o sintoma de vertigem















